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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Um Brincadeirinha para nos divertir...

Então pessoal, está história é bem conhecida por todos, a da Dona Baratinha, então vamos fazer uma brincadeirinha com ela.Vou começar a contar a História da Dona Baratinha, logo quem entrar no blog peço que continue a história, do jeito que você souber. Ao final que todos postarem a história colocarei a verdadeira história. Daí conferimos  a nossa história com a verdadeira.. Sei que não vai ser difícil pessoal...




                                      Dona Baratinha
vassoura varrendo



Era uma vez uma baratinha que varria o salão quando, de repente, encontrou uma moedinha:

A Realidade da Educação.




Está tirinha foi feita no site fixton no programa de história em quadrinhos. foi feito durante uma aula de Tecnologia da Professora Ercilia Suzana.

Este programa é muito diferente de todos que já conhecia, é muito interessante e desafiador, pois a cada instante aprendemos coisas legais.

   O que trabalhar com crianças do Maternal I (2 a 3 anos)


MATERNAL I (2 a 3 anos)


♥ OBJETIVO:

Promover o desenvolvimento físico, psíquico e social da criança respeitando sua maturidade emocional.Incentivar o uso do raciocínio através de atividades recreativas que valorizem a auto estima do aluno.
♥ ATIVIDADES:

• Controle dos esfíncteres, de forma gradativa e com grande paciência e estímulo/incentivo por parte do professor.
• Higiene Bucal apõe as refeições, estimulando e incentivando para o uso da escova.
• Alimentar-se sozinho, com ajuda do professor, aos poucos as crianças aprendem a levar a colher sozinho à boca.
• Introdução de alimentos sólidos, onde aos poucos as crianças deverão se alimentar normalmente, como as crianças maiores, tirando a sopa e a fruta.
• Estimulação do próprio corpo,m identificando e nomeando as partes do corpo. Pode utilizar músicas e brincar de lavar a boneca. No banho também nomeia-se o corpo.
• Garatuja: folhas em branco, onde a criança poderá pintar com lápis, giz de cera e/ou guache (tomando muito cuidado para não levar à boca e aos olhos).
• Exercícios de encaixe, sempre incentivando para que a criança acerte. De início o professor deve ajudar a criança, até que ela consiga associar a forma ao buraco.
• Jogos de bola em rodas, promovendo a integração social, onde a criança deverá joga-la para o amigo, dizendo o nome (ou dito pelo professor).
• Trabalhos manuais com massinhas e argila, deixando que estes manuseiem bastante.
• Incentivo e desenvolvimento da fala, onde o professor deverá conversar e estimular para que a criança consiga manifestar o que quer, não permitindo que ela só se manifeste por gestos.
• Ampliar seu vocabulário, conversando diariamente, com a criança sobre os aspectos do dia-a-dia.
• Incentivar e permitir a fala da criança em todas as atividadespossíveis, falando corretamente com a criança. Mostrar à criança a conveniência de falar em voz baixa, trabalhando com a criança o saber escutar.
• Apresentação das cores.
• Trabalhos com músicas gestuais, cantigas de roda e dança, estimulando partes do corpo.
• Contos de histórias curtas.
• Coordenação motora livre, como rasgar papel, brincar demassinha, etc.
• Brincadeiras de imitar os adultos, como escovar os dentes de bonecas, fazer comidinha, ir as compras, banho de bonecas, etc.
• Explorar o ambiente escolar, mostrando árvores, passarinhos, parquinho, etc.
• O uso do parquinho diário, pois nessa idade a criança tem bastante energia e grande dificuldade de concentração, por isso todas as atividades devem ser curtas e com bastante estímulo/incentivo por parte do professor.
• Imposição de limites e boas maneiras, dizendo "não" à criança, toda vez que colocar em perigo si mesmo, os colegas, tias e o ambiente escolar.
• Traçados simples: Coordenação Motora.
• Formas Geométricas: círculo, quadrado e triângulo
♥ OBJETIVOS SÓCIO-EMOCIONAIS:

1. Desenvolve hábitos de asseio: pedir para ir ao banheiro, lavar as mãos, limpar o nariz, etc.
2. Habitua-lo a usar os clichês sociais. Exemplo: Por favor, muito obrigado, com licença, etc.
3. Permitir que a criança seja independente.
4. Deixa-la explorar ao máximo os objetos e brinquedos.
5. Levar a criança a brincar com os outros do grupo.
6. Fazer com que a criança não fixe em um único colega.
7. Mantê-la ocupada.
8. Levar a criança a participar das atividades de grupo.

♥ OBSERVAÇÕES:

► CARACTERÍSTICAS:
Aproximadamente entre 2 e 3 anos.
• Egocentrismo.
• Descobertas: tato, movimentos, formas, pessoas, texturas, reprodução de sons, andar, comunicação, etc.
• Coordenação Motora: abrir, fechar, empilhar, encaixar, puxar, empurrar, etc.

♥ TIPOS DE BRINCADEIRAS:

• Brincadeiras referentes à educação sensório-motora (sentir/executar).

• Exploração, canto, perguntas e respostas, esconder.

Juliene e Carol... Amizade

A Distância não é o suficiente para o fim de uma Amizade!

       Uma garotinha de nove anos, econtra-se no restaurante Petisco com sua família e seu cachorrinho de estimação. Alguns minutos atrás sua amiga te entregou uma carta antes de se despedir de todos da família da Garotinha. Juliene iria para outra cidade morar com sua vó que estava muito doente. Juliene era amiga de Carol desde 3 anos, se coheceram no jardim I na Escola Canarinho. Desde então não se separam por nada, onde uma está a outra tá. Fizeram o jardim I, II, 1° ano, 2º, 3° e 4º. Mas quando irião para o 5º ano, uma carta da vó de Juliene chega para dificultar está amizade tão especial de Juliene e Carol.

Segue abaixo a carta da Vó de Juliene:

Planaltina-Go,22 de Dezembro de 2010.

Juliene,

        Minha querida netinha, estou te enviando está carta para dizer que a vovó está muito doente, e como a vó fica sozinha em casa não consigo cuidar das coisas e também fazer comida. Gostaria de te chamar para vir morar comigo aqui em Goiania, como você já está grandinha poderá ajudar sua vozinha com os afazeres da casa.
Espero sua resposta minha linda.

Mande um beijo para seu pai e sua mãe e seus irmãos.

Maria Anita Rodrigues.

         A carta da vó de juliene pegou todos de surpresa, sua mãe ficará triste pois ficará por algum tempo sem sua filinha tão linda. Seu pai ficará feliz, pois lá tem mais possibilidades de estudo. Seus irmãos como todos irmãos ficaram felizes, pois teriam um quarto a mais para brincar.
A Carol ficou sem reação, não chorou, não gritou, não ficou feliz, nem triste em fim não disse uma palavra, apenas foi para casa e se trancou no quarto..
Carol olhou as fotos no seu quadro, no seu guarda-roupa, na sua cama, na parede, em todo lugar que tinha foto. E apenas chorou, chorou a tarde inteira e metade da noite, até que caiu no sono em cima das fotos que estavam encharcadas de lágrimas.

Assim que acordou no outro dia, Carol pegou uma caneta cor de rosa, um papel bonito de seu caderno e começou a escrever, a mãe de Carol falou para ela tomar seu café da manhã, mas o silêncio de Carol fez com que a mãe não chamasse denovo.

Então Carol começou a escrever uma carta, uma carta para sua amiga Juliene.

Planaltina-Go,10 de Janeiro de 2011.

        Jú, Não sei nem como começar está carta, pois está não é como as outras que eu escrevia te dizendo que você é a melhor amiga do mundo. Nunca pensei que um dia escreveria uma carta de despedida para você. Acho que já sei como começar.
Amiga, não vou me despedir de você, pois nossa amizade é verdadeira e muito especial, a distância não é nada comparada a nossa amizade. Sei que sua vó está muito doente precisando de você, assim como precisamos sempre uma da outra, agora é sua vez de ajudar uma pessoa de sua família. Não fique com raiva de sua vozinha, também não ficarei. Nossa Amizade vai ser para Sempre, Sempre te mandarei cartas, e também te ligarei, quando chegar as férias pedirei meu pai para me deixar te visitar. Vamos brincar, pular, cantar, dançar, e tudo que fazemos de melhor. As vezes isso pode até ser legal, pois terei um lugar para viajar e você também. Quando crescer vou me mudar para Goiânia também, assim vamos nos ver todos os dias.
Sentirei muito sua falta. Você é minha amiga para sempre. e eu te amo do tamanho do universo.

Um Beijo bem Grande no seu Coração Amiga.

Caroline Bruxell


         Juliene terminou de ler a carta no avião, pois o almoço atrasou no restaurante Petisco. A despedida com sua família foi muito triste e ela preferiu não chorar mais ainda lendo a carta no aeroporto.
Terminou de ler a carta aos prantos, mas estava muito feliz pois a carta não era uma desdepida para sempre, e sim um até logo.
Juliene colocou a carta em sua agenda junto com as fotos das duas. Pegou uma caneta e um papel e começou a escrever...

Goiânia,11 de Janeiro de 2011.

Querida Carol...





Atividade de Tecnologia da professora Ercilia Valarin.

Acadêmica: Silvana Pereira.

domingo, 9 de janeiro de 2011

A avaliação na Educação Infantil 

 Observar e compreender o dinamismo presente no desenvolvimento infantil é fundamental para redimensionar o fazer pedagógico. Essa compreensão influenciará diretamente na qualidade da interação dos professores com a infância.

 O conhecimento de uma criança é construído em movimento de idas e vindas, portanto, é fundamental que os professores assumam seu papel de mediadores na ação educativa. Mediadores que realizam intervenções pedagógicas no acompanhamento da ação e do pensamento individualizado infantil.

 Ainda hoje, na prática cotidiana, é comum, não só na Educação Infantil, como nos demais níveis de ensino, os avaliados serem só os alunos. É necessário que a clássica forma de avaliar, buscando “erros” e “culpados", seja substituída por uma dinâmica capaz de trazer elementos de crítica e transformação para o trabalho.

 Nesse processo, todos – professores/recreadores, coordenação pedagógica, direção, equipe de apoio e administrativa, crianças e responsáveis – devem sentir-se comprometidos com o ato avaliativo.

 Para focar o olhar em como se avalia, sugere-se atenção aos pontos abaixo, nos espaços de Educação Infantil:
Análises e discussões periódicas sobre o trabalho pedagógico.
Estas ações são realizadas nos encontros periódicos. Elas fornecem elementos importantes para a elaboração e reelaboração do planejamento. Igualmente importante é dar voz à criança. Nesse sentido, a prática de avaliar coletivamente o dia-a-dia escolar, segundo o olhar infantil, traz contribuições fundamentais e surpreendentes para o adulto educador, ao mesmo tempo que sedimenta a crença na concepção de criança cidadã.
Observações e registros sistemáticos.
Os registros podem ser feitos no caderno de planejamento, onde cada professor/recreador registra acontecimentos novos, conquistas e/ou mudanças de seu grupo e de determinadas crianças, dados e situações significativos acerca do trabalho realizado e interpretações sobre as próprias atitudes e sentimentos.
É real que, no dia-a-dia, o professor/recreador não consiga registrar informações sobre todas as crianças do seu grupo, mas é possível que venha a privilegiar três ou quatro crianças de cada vez e, assim, ao final do período, terá observado e feito registro sobre todas as crianças.

Utilização de diversos instrumentos de registro.
Para darmos espaço à variada expressão infantil, arquivos contendo planos e materiais referentes aos temas trabalhados, relatórios das crianças e portfólios podem ser utilizados como instrumentos de registro de desenvolvimento.
O professor/recreador deve organizar um dossiê de cada criança, guardando aí seus materiais mais significativos e capazes de exemplificar seu desenvolvimento.
Também durante a vivência de um projeto de trabalho, cada grupo deve ter como meta a produção de um ou mais materiais que organize o conhecimento constituído acerca do assunto explorado. Assim sendo, o arquivo de temas é o dossiê do projeto realizado pelos grupos de uma mesma instituição.

Construção de um olhar global sobre a criança
A fim de evitar um ponto de vista unilateral sobre cada aluno, é fundamental buscar novos olhares:
- Recolhendo outras visões sobre ela.
- Contrastando a visão dos responsáveis com o que se observa na escola/creche.
- Conhecendo o que os responsáveis pensam sobre o que a escola/creche diz.
- Refletindo sobre o que a família pensa em relação aos motivos de a criança comportar-se de determinada forma na escola/creche.
- Ouvindo a família sobre como pensa que poderia auxiliar a criança a avançar em seu desenvolvimento.

A importancia da educação infantil



A primeira escola não existe para substituir a babá, para apenas tomar conta dele enquanto você trabalha ou para preparar a melhor Festa Junina da sua vida. A escola de educação infantil vai muito além
Beto Tchernobilsky
Ei, você aí: passou do tempo de pensar que criança de 0 a 6 anos não aprende, de fato, na escola, pois “só” brinca. Além de descobrir se está perto de casa, quanto custa, como cuida da limpeza, que tipo de alimentação oferece e se trata seu filho com carinho, é hora de identificar como essa escola vai educá-lo. Pois ele aprende desde que nasce que a escola é o ambiente social mais importante depois da família.
Educação infantil pode ser mais importante do que o curso superior? Sim. É quando a criança experimenta o prazer pelo aprender e começa a gostar dela (ou não). A escola aguça a curiosidade da criança e diz a ela “olha que interessante é a vida!”.
Está se achando neurótico por já imaginar vestibular, faculdade e carreira profissional? Não se martirize. O futuro começa agora e por isso é hora de decidir se vai priorizar uma formação humanista em que se preza a criação de um ser crítico e capaz de tomar decisões ou optar por um perfil mais pragmático, em que o foco é o conteúdo, voltado para o vestibular e o êxito profissional. Ou tudo isso junto se for possível. Ou equilibrar.


Escolinha?!

Beto TchernobilskyPor essas e outras, chamar de “escolinha” soa pejorativo. O termo não existe à toa. A sociedade demorou a entender que infância é um período importante e as crianças são diferentes em determinadas idades. Para ter uma idéia, faz somente dez anos que o Ministério da Educação — com a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases — reconheceu a educação infantil como parte da educação básica de qualquer brasileiro. Isso reflete no que é oferecido às famílias, pois, entre outras coisas, indica ser fundamental a especialização do educador. Significa que educação infantil tem de ir muito além da “tia”, das recreações, do Dia das Mães ou das canções de Natal. O seu filho precisa estar em um local com profissionais especializados que promovam rotinas baseadas em propostas pedagógicas muito bem fundamentadas.“Escola infantil não vive de improviso e não é um parque de diversões”, diz o educador Marcelo Bueno, coordenador pedagógico da escola Estilo de Aprender. Renata Americano vai além: “É o pedaço mais precioso da vida, porque é quando está se formando a identidade da criança!”.

O período se resume em estar com os outros. “Aprendem a ser e a conviver. É a fase do ‘como’: como eu escovo os dentes, como eu lavo as mãos, como eu seguro o lápis, como eu brinco,como eu corro,como eu pulo. Ou seja: ‘como sou’, ‘como devo ser’ e ‘como faço para ser’”, diz Karina Rizek Lopes, coordenadora da Área de Educação Infantil da Secretaria de Educação Básica do MEC. “Além do desenvolvimento físico da criança, também acontece o psíquico e o do caráter”, afirma Quézia Bombonatto, vice-presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia.

Os Direitos Das Criança...

                           DIREITOS DAS CRIANÇAS

Todo mundo diz que as crianças têm direito a um montão de coisas. Foi durante a Assembléia Geral das Nações Unidas, no dia 20 de novembro de 1959, que representantes de centenas de países aprovaram a Declaração dos Direitos da Criança. Ela foi adaptada da Declaração Universal dos Direitos Humanos, só que voltada para a criançada! Mas, é muito difícil a luta para que esses direitos sejam respeitados. Então pessoal vamos fazer com que nossas crianças tenha o direito de ser criança!